O quadro do programa "Zorra Total" que está fazendo o maior sucesso pode se transformar num programa solo na Globo.
A travesti Valéria e a amiga Janete, vividos pelos atores Rodrigo Sant´Anna e Thalita Carauta, que interpretam as personagens, estão em alta na emissora carioca.
A participação de Valéria e Janete no quadro "Metrô Zorra Total" começou há dois meses com quatro minutos, mas devido ao sucesso, nos últimos sábados, a dupla ficou no ar por quase 15 minutos.
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21 de jul. de 2011
Mulheres foram expulsas de museu por estarem de mãos dadas
Um casal de lésbicas que estava numa exposição no Museu de São Francisco foram abordadas por um segurança do museu, pedindo que elas saíssem por estarem de mãos dadas.
O guarda disse que as mulheres não tinham permissão para ficar de mãos dadas no museu. Quando elas começaram a questionar o porque com o guarda, ele tentou colocar-las para fora.
Em nota, o museu informou que "O guarda é empregado de uma empresa terceirizada de segurança privada que presta serviço para o museu, que tinha sido chamado para ocupar uma vaga temporária devido à falta de pessoal", e afirmava que o segurança não irá mais trabalhar no museu.
O guarda disse que as mulheres não tinham permissão para ficar de mãos dadas no museu. Quando elas começaram a questionar o porque com o guarda, ele tentou colocar-las para fora.
Em nota, o museu informou que "O guarda é empregado de uma empresa terceirizada de segurança privada que presta serviço para o museu, que tinha sido chamado para ocupar uma vaga temporária devido à falta de pessoal", e afirmava que o segurança não irá mais trabalhar no museu.
6 de jul. de 2011
Segundo a polícia, 20 gangues de skinheads atuam em São Paulo
Cerca de 200 skinheads estão divididos entre as
vinte gangues homofóbicas que atuam em São
Paulo.
Esse levantamento foi feito pela Delegacia de
Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.
As vinte gangues que agem em São Paulo estão
sendo investigadas principalmente por meio dos
perfis de seus integrantes mantidos em redes
sociais.
vinte gangues homofóbicas que atuam em São
Paulo.
Esse levantamento foi feito pela Delegacia de
Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.
As vinte gangues que agem em São Paulo estão
sendo investigadas principalmente por meio dos
perfis de seus integrantes mantidos em redes
sociais.
1 de jul. de 2011
Chineses denunciam tratamentos médicos para ´curar´ homossexualidaded
Os gays chineses, considerados
doentes mentais até 10 anos atrás,
são hoje vítimas de processos que
supostamente "curam" sua
orientação sexual, em forma de
tratamentos e remédios considerados
uma fraude tanto pelo "pacientes"
como pelos sexólogos.
"Não se pode dizer que curamos
100% das pessoas. Em teoria é
assim, mas ninguém acreditaria se
disséssemos assim", assinala uma
destas clínicas por telefone no
documentário "Tratamentos que
curam", dirigido pelo cineasta e ator
gay Xiaogang Wei.
"Alguns destes tratamentos usam a
psicoterapia e remédios, como
alguns antidepressivos. No
passado, inclusive, se usavam
descargas elétricas para controlar
as fantasias sexuais com pessoas
do mesmo sexo do paciente", o
mesmo cineasta.
Em um país no qual ainda se
discrimina os homossexuais apesar
de sua acelerada abertura, estes
continuam escondendo sua condição
a suas famílias até o ponto de se
casarem para evitar os rumores, por
isso que são suas esposas as
primeiras a recorrer ao tratamento.
doentes mentais até 10 anos atrás,
são hoje vítimas de processos que
supostamente "curam" sua
orientação sexual, em forma de
tratamentos e remédios considerados
uma fraude tanto pelo "pacientes"
como pelos sexólogos.
"Não se pode dizer que curamos
100% das pessoas. Em teoria é
assim, mas ninguém acreditaria se
disséssemos assim", assinala uma
destas clínicas por telefone no
documentário "Tratamentos que
curam", dirigido pelo cineasta e ator
gay Xiaogang Wei.
"Alguns destes tratamentos usam a
psicoterapia e remédios, como
alguns antidepressivos. No
passado, inclusive, se usavam
descargas elétricas para controlar
as fantasias sexuais com pessoas
do mesmo sexo do paciente", o
mesmo cineasta.
Em um país no qual ainda se
discrimina os homossexuais apesar
de sua acelerada abertura, estes
continuam escondendo sua condição
a suas famílias até o ponto de se
casarem para evitar os rumores, por
isso que são suas esposas as
primeiras a recorrer ao tratamento.
22 de jun. de 2011
Um terço dos alunos rejeita colegas homossexuais
De acordo com a pesquisa “Revelando tramas, descobrindo segredos: violência e convivência nas escolas”, que foi realizada há 3 anos, 63,1% dos estudantes do Distrito Federal alegam ter visto pessoas supostamente homossexuais sofrerem preconceitos; e 27,8% declararam não desejar ter um homossexual como colega.
Diante dessa realidade, o deputado federal Jean Wyllys afirmou que a Frente Parlamentar LGBT vai atuar para que iniciativas legislativas sejam aprovadas para combater o problema e o deputado Luiz Couto ressaltou a necessidade de debater o assunto com as comunidades nas quais os colégios estão inseridos.
Diante dessa realidade, o deputado federal Jean Wyllys afirmou que a Frente Parlamentar LGBT vai atuar para que iniciativas legislativas sejam aprovadas para combater o problema e o deputado Luiz Couto ressaltou a necessidade de debater o assunto com as comunidades nas quais os colégios estão inseridos.
Homofobia nas escolas aumentou 150%
Uma pesquisa indicou os casos de homofobia nas escolas aumentou 150% entre 2004 e 2008.
O dado vem de análise do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que incluía essa pergunta em questionário dado aos candidatos. Depois deste resultado, a questão foi retirada.
Os estados que registraram maior aumento foram Santa Catarina (211%), Paraná (175%), Rio Grande do Norte (162,5%) e Alagoas (164,7%).
Os autores do estudo dizem que os números podem ter sido influenciados pela maior consciência das vítimas sobre o que são atos homofóbicos e a idéia de que essa atitude deve ser punida.
O dado vem de análise do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que incluía essa pergunta em questionário dado aos candidatos. Depois deste resultado, a questão foi retirada.
Os estados que registraram maior aumento foram Santa Catarina (211%), Paraná (175%), Rio Grande do Norte (162,5%) e Alagoas (164,7%).
Os autores do estudo dizem que os números podem ter sido influenciados pela maior consciência das vítimas sobre o que são atos homofóbicos e a idéia de que essa atitude deve ser punida.
8 de jun. de 2011
Outdoor contra o preconceito é depredado no Rio Grande do Norte
Um dos outdoors da campanha de combate ao preconceito feitos através de uma parceria Governo Federal, Governo Estadual e Ministério da Saúde foi alvo de ataque de vândalos no Rio Grande do Norte.

No outdoor, o slogan ‘Absurdo é o Preconceito’ foi riscado e rasgado. O rosto dos dois personagens foi manchado com ‘lama’.
A área dos órgãos sexuais e as ‘mãos dadas’ dos rapazes também foram rasgados.
A polícia está investigando o ato de vandalismo.
3 de jun. de 2011
Técnico do Flamengo é condenado por insinuar que árbitro é gay
O fato aconteceu em 2006, durante um partida entre Santos e São Paulo.
“Ele (o juiz) apitava e olhava para mim em toda falta que marcava. Ele não parava de olhar. Eu não sou veado. Talvez seja pela minha camisa (rosa)”, afirmou Luxemburgo na ocasião.
A juiza declarou que “embora o fato de ser alguém homossexual não seja, objetivamente, vexatório, a intenção do réu foi nitidamente de ofender o autor, e torná-lo motivo de chacota publicamente, tendo obtido pleno sucesso em seu intento”.
Fonte: CenaG
Mulher foi agredida por taxista por ser lésbica
Um casal de lésbicas foi vítima de homofobia após sair de uma festa em Santa Teresa, no Rio de Janeiro.
A publicitária Eliza Shinner, 29 anos, levou um tapa no ouvido esquerdo, dado por um motorista de táxi após sair do carro do agressor de mãos dadas com a namorada. Segundo Eliza, a viagem durou poucos minutos, mas o suficiente para o taxista dar arrancadas e freadas bruscas. A moça contou que o motorista reagiu dessa forma depois que viu as moças se beijando no banco de trás.
Com o tapa que levou, Eliza teve 70% da audição prejudicada. O motorista não foi identificado porque, com a confusão, a placa não foi anotada.
Fomte: CenaG
A publicitária Eliza Shinner, 29 anos, levou um tapa no ouvido esquerdo, dado por um motorista de táxi após sair do carro do agressor de mãos dadas com a namorada. Segundo Eliza, a viagem durou poucos minutos, mas o suficiente para o taxista dar arrancadas e freadas bruscas. A moça contou que o motorista reagiu dessa forma depois que viu as moças se beijando no banco de trás.
Com o tapa que levou, Eliza teve 70% da audição prejudicada. O motorista não foi identificado porque, com a confusão, a placa não foi anotada.
Fomte: CenaG
28 de mai. de 2011
MEC informou que produtora do vídeo anti-homofobia cortou o beijo
Segundo a socióloga Sylvia Cavasin, responsável por desenvolver os vídeos do kit anti-homofobia do MEC (Ministério da Educação), afirmou que o ministério solicitou a retirada de uma cena de um beijo entre duas jovens no vídeo "Torpedo".
O vídeo vazou na Internet já sem a cena.
"O Secad [Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, órgão do MEC] analisou o vídeo e sugeriu a retirada da cena do beijo. Todo o material [do kit] foi feito com base em pesquisas e amplamente discutido", afirmou.
Fonte: CenaG
26 de mai. de 2011
Pesquisa mostra que preconceito a homossexuais é menor em população mais escolarizada
O estudo, com 2 mil entrevistados em 150 municípios, foi feito em 2009 e transformado em um livro que será lançado em junho.
A pesquisa identificou que um em cada quatro brasileiros é homofóbico.
Cruzando as respostas obtidas com as características da amostra, foi possível detectar, por exemplo, que mulheres são menos homofóbicas (20%) do que os homens (30%) e que a variação de renda não tem grande impacto nesse comportamento.
22 de mai. de 2011
Assista ao vídeo lésbico Torpedo, parte do Programa Escola sem Homofobia do MEC
Assista ao vídeo Torpedo, de conteúdo lésbico, parte do programa Escola sem Homofobia, do MEC
Fonte: Mix Brasil
Depois de aprovar nesta quarta-feira, 10, o programa "Escola sem Homofobia", que vai levar a seis mil escolas públicas um kit com vídeos, cartilhas e cartazes que pretendem combater o bullying homofóbico e combater a intolerância para alunos de 14 a 18 anos, o MEC também resolveu divulgar os cinco vídeos do programa, alvo de polêmica por conta da resistência de alguns políticos ligados ao deputado Jair Bolsonaro.
Cada vídeo fala sobre uma orientação sexual distinta _gay, lésbicas, transexuais, bissexuais..._ e são todos desenhos animados com locução.
Veja abaixo o vídeo "Torpedo", que mostra um casal de adolescentes lésbicas. (assista também ao vídeo "bissexual" Probabilidades e ao "transexual" Encontrando Bianca)
Cada vídeo fala sobre uma orientação sexual distinta _gay, lésbicas, transexuais, bissexuais..._ e são todos desenhos animados com locução.
Veja abaixo o vídeo "Torpedo", que mostra um casal de adolescentes lésbicas. (assista também ao vídeo "bissexual" Probabilidades e ao "transexual" Encontrando Bianca)
Fonte: Mix Brasil
18 de mai. de 2011
Posicione-se! Não tolere o Bullying Homofóbico (Stand Up! - Don't Stand for Homophobic Bullying)
Também como parte da campanha, durante uma semana, jovens trabalhadores e professores promoverão atividades educacionais e de entretenimento, em escolas e centros, para fomentar a interação entre os jovens e reduzir a incidência de bullying e xingamentos. O pacote educacional da campanha é composto de um poster, DVD e indicações de atividades para cada centro bem como adesivos para os jovens. A militância LGBT brasileira precisa aprender a seguir por aí! Clique aqui para ir até o site da campanha. | |||
3 de mai. de 2011
Autor de novelas diz que beijo gay não é exibido por causa da censura
"Nunca houve uma proibição explícita. Mas as tvs abertas têm um temor natural. Existe uma ´classificação indicativa´ que na opinião de muitos, entre os quais eu próprio, é uma Censura disfarçada. Por um motivo: a ´classificação´ normatiza a programação. Diz o que pode aparecer ou não numa novela. Às vezes de forma pouco clara. Se fosse só ´indicativa´, não haveria normas. O que tem normas é censura mesmo".
Walcyr acredita que se hoje pela lei um casal gay pode se beijar num shopping ou qualquer outro ambiente público e uma criança pode observar isso na vida real, por que ela não poderia assisti-lo numa novela?.
Fonte: CenaG
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